Pergunte:
- Como é sua família?
- O que fazia quando era criança?
- Do que mais gostava de brincar?
- Onde mora?
- Com quem vive?
- Você tem filhos?
- Por que decidiu ser babá?
- Há quanto tempo trabalha na área?
- Referências de empregos anteriores (se ela tiver)
- Pretensão salarial
- Os dias de folga
- Se a profissional irá dormir no emprego
- Os benefícios que ela terá, como alimentação e transporte
- A política empregada no caso de falta
- E, por fim, como serão pagas as horas extras.
- A idade da criança: os recém-nascidos requerem profissionais muito calmas e cuidadosas. Quem tende a se assustar com facilidade ou é ligeiramente distraída, por exemplo, pode não servir para a vaga. Já, para quem vai cuidar de uma criança entre 6 meses e 3 anos, disposição e pique são essenciais. Não vale ser a profissional mais responsável do mundo se não agüentar correr atrás de quem engatinha ou sai andando pela casa inteira disposto a aprontar. Sem contar que, nessa faixa de idade, a criança precisa ser estimulada a brincar. Aliás, sentar no chão com ânimo verdadeiro para brincar de carrinho, de boneca ou de seja lá o que for é uma característica que vale ouro em quem pretende zelar por uma criança dos 6 meses aos 6 anos.
- Repare na linguagem da candidata. É lógico que ela não precisa declamar Camões. Mas o ideal é que pronuncie as palavras corretamente. Afinal, a criança aprende a falar por imitação.
- Não aceite ninguém que solte palavrões ou qualquer outra palavra ofensiva, por mais ingênuas que pareçam. Certifique-se das convicções religiosas da profissional. Nenhuma opção é motivo para contratar ou deixar de contratar uma babá, mas deixe claro que esse tipo de educação é você quem dá.