Todo relacionamento se assenta sobre uma base, um tipo de interação mais comum. Para ajudar na escola, é essencial que a interação entre pais e filhos seja o mais positiva possível. Além de afeto e carinho, a boa conversa deve ser a base do relacionamento.
- Interesse-se pela vida do seu filho - Pergunte, esteja disponível, fale sobre suas atividades. Lembre-se que os assuntos devem ser compreensíveis e interessantes para a criança.
- Castigue ou repreenda o mínimo possível – Broncas, sermões, queixas, ameaças e humilhação não contribuem e podem até prejudicar o desempenho escolar.
- Acompanhe – A criança dever ser acompanhada até a mesa de estudos e ajude-a a se organizar.
- Incentive – Ofereça recompensas imediatas (prefira presentear com material escolar, como papel, canetinhas coloridas, argila, tinta e etc) e esclareça a razão.
- Elogie os esforços e as conquistas, mas sem criticar ou desafios implícitos – A criança pensará que ela não é boa o bastante. Por outro lado, o elogio gratuito desvaloriza o mérito.
- Faça sugestões - ao invés de aconselhar.
- Compare o resultado atual da criança com os anteriores - Nunca com os de outras crianças.
- Não prometa dinheiro ou presente como incentivo – para seu filho fazer o dever de cada ou obter bons resultados.
Um bom exemplo continua melhor que mil palavras
O “não” dito com firmeza, atenção às tarefas diárias, dinheiro bem usado, tempo bem distribuído e outros limites são essenciais a uma boa educação. Mas essas regras não terão significado para a criança se não vierem acompanhadas dos exemplos dos adultos.
O melhor a fazer pelos filhos é ser consistente na sua formação desde bem pequenos. Seja um modelo a ser seguido, tenha uma rotina organizada, leia, estude.
Pais que consideram a aprendizagem uma atividade emocionante, resolvem problemas, tentam coisas novas, e respeitam a si mesmos, os outros e as regras da sociedade. Têm maior chance de terem filhos com desempenho melhor na escola.
Fonte: Especial Cidadania – Jornal do Senado